segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Encontro: Elaboração de dinâmicas para visita do Asilo Lar do Irmão Velho.


Aos voluntários teremos reunião no dia 01/09/2001 (quinta-feira) as 20:30h,no MSN doutoresdarizoterapia@hotmail.com onde iremos discutir  as dinâmicas que faremos no Lar do Irmão Velho.
Só será aceito participar do voluntariado quem solicitou o cadastro e respondeu por completo.
Se houver dúvidas olhe aqui no blog se seu nme consta na lista, caso não esteja nos envie um email para que possamos verificar o problema.

P.S. Esperamos pontualidade de todos.
Muito obrigada!
Abraços

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Oração

 
Eu ando em busca de horizontes, Senhor.
E não é o dinheiro que me faz viver assim, mas é o desejo de cumprir esta missão que Tu deixastes para mim.
Me realizo ao ver as pessoas sorrindo, e as vezes, até pedindo que eu não pare a brincadeira.
Pois quando eu vejo cada um dando risada, sinto uma paz abençoada e vou dormir com a alma leve.
Meu repertório tem histórias meio loucas e eu faço caras e bocas para as ver rirem do meu jeito. Mas o culpado de fazer tudo o que eu faço, é um coração de um palhaço, que eu carrego no meu peito.
O Seu sorriso, ta sempre junto comigo. Com ele eu conquisto amigos e minha arte cria asas e a Ti faço conhecerem.
Ao Senhor da Alegria eu agradeço, porque o meu endereço ele sabe e não esquece.
Se ele percebe que eu estou meio tristonho,o meu Deus, em minha oração vem me ver, e através de sua palavra me diz:“Vai em frente filho meu,alegre este povo inteiro que sorri quando te vê, porque se um dia tu parar ou desistir de fazer o povo rir e me conhecer, tu não terás razão de ser”.
E é por isto que eu vivo tão feliz, hei de fazer mais do que fiz, não me falta inspiração, ao meu Jesus agradeço emocionado, por esse jeito abençoado de poder ganhar o pão.
Amém!

O que o riso pode fazer por nós:



  • Alivia a tensão: mesmo em momentos de nervosismo o riso pode reduzir o stress e a ansiedade;

  • Atenua a dor: Rir libera a endorfina, hormona produzida no cérebro que produz sensação de bemestar e alivia a dor;

  • Diminui a pressão arterial: no sistema cardiovascular, rir aumenta a frequência cardíaca e a pressão arterial. Isso promove a vasodilatação das artérias ocasionando uma queda de pressão benéfica para os hipertensos;

  • Dá mais oxigénio: rir aumenta a quantidade de oxigénio captada pelos pulmões e facilita a saída de gás carbónico;

  • Fortalece o sistema imunológico: não está comprovado o facto de quem ri ficar menos doente, mas os pesquisadores já sabem que o riso aumenta a liberação de células do sistema imunológico, fortalecendo nossas defesas.

  • Ajuda na memorização: rir durante a apresentação de uma aula ou palestra aumenta o interesse e facilita a aprendizagem.

Fonte: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Esquentando as turbinas....


Trabalhar como clown de hospital é um assunto muito sério. Não se trata somente de fazer rir, senão de tentar compreender o estado psicológico desses pacientes nesse momento e, então, intervir para desviar sua atenção para um lugar onde possam recuperar sua alma infantil.
Não é simplesmente fazer palhaçadas por fazê-las, é ser cúmplice da dor das crianças e de seus pais.
Devemos levar o trabalho muito a sério porque não é toda equipe médica que entende – ou aceita – o que se faz; para muitos, esse trabalho pode parecer uma bobeira e qualquer erro que cometamos poderá ser maximizado.
Este trabalho não substitui os remédios, é uma ferramenta com a qual o médico pode contar para fazer seu trabalho, que é restabelecer a saúde do paciente; por isso mesmo é importante conhecer os aspectos gerais das doenças que encontraremos ao longo do nosso trabalho.

Não se pode, por exemplo, falar que estamos mortos de sede e tomaríamos um balde de água tranqüilamente quando estivermos dentro da área de “nefrologia”, na qual as crianças têm restrições para beber água.
Temos que começar a aprender algo mais sobre esse assunto para que a sociedade nos aceite como profissionais necessários, úteis, e não como palhacinhos que visitam as crianças durante as festas de Natal.
Não se trata de caridade, senão de justiça, não é um ato caridoso, é uma atividade solidária.
* O trabalho deve ser feito sempre em duplas.
* Devemos evitar ser barulhentos, temos que ajudar os pacientes a relaxarem, pois já existe suficiente estresse no ambiente.
* Sempre devemos pedir permissão para entrar numa sala ou aproximar-se de uma cama, a permissão deve ser dada pela própria criança, pelos “donos da casa”. Devemos levar em consideração que quando uma criança entra num hospital perde o controle sobre si mesma; ela é deixada ali sem seus pais, é observada e tocada por estranhos, recebe injeções e medicamentos, tudo à revelia de sua vontade; deixemos que ela pelo menos decida se quer um palhaço perto dela ou não. Geralmente as que se negam a receber um palhaço, no início, logo irão, elas mesmas, convidá-lo. Quando receber uma resposta negativa o melhor a fazer é dizer: “tudo bem, quando você quiser que eu me aproxime você me avisa, tudo bem? Estou por aqui...” e tudo isso com um bom clima.
* É bom envolver os pais e enfermeiros no trabalho – quando estes estejam presentes, claro, porque isso suaviza a tensão e alegra às crianças, tornando íntimo o que parece distante.
* Fique atento a tudo para poder variar sua rotina quando for necessário.
* Não permita que pais ou equipe médica usem sua presença para chantagear as crianças (tipo: “se você não comer o palhacinho não vai brincar com você”).
* Uma criança que vai passar muito tempo hospitalizada necessita uma abordagem diferente daquela que está ali a pouco tempo. O trabalho com pacientes crônicos passa muito por saber seu nome, seus gostos, para poder conectar-se com ele de uma maneira mais íntima, mais próxima.
* Sempre saber o nome da criança e de seu diagnóstico (não se pode fazer rir a uma criança operada do estômago porque seus pontos se abrem!).
* Também é importante não envolver-se emocionalmente com a situação que estão vivendo, porque senão você “leva o paciente para casa” e sofre. Isso não quer dizer que não comparta a dor com eles mas, sim, que você isola cada caso de sua vida privada.
* As roupas do clown devem estar em bom estado, limpos e cuidados. Qualquer rasgo ou descosido é ampliado pela proximidade e faz com que o clown perca sua dignidade.
* É recomendável lavar as mãos após cada visita.
* Dar mais atenção às crianças mais retraídas, elas são as que mais sofrem e mais necessitam nossa ajuda.
* Desfaça qualquer tipo de “jogo” que suponha perigo para a criança, por menor que seja. Também não é bom aproximar-se muito dos que estão conectados ao soro (e aparelhos similares), isso os deixa mais tensos.
* Quando a criança não pode se mexer ou está conectado a algum aparelho, devemos fazer “jogos” realmente pequenos, como carrinhos sobre sua roupa, música suave, bonecos de dedo.
* Controle os “jogos” que fizer em cada sala, para não repeti-los com as mesmas crianças.
* Estes jogos podem ser recuperados de tempos em tempos, quando os pacientes sejam outros.
* É muito importante ter uma boa relação com a equipe médica de cada área. Saber se precisam que se dê alguma mensagem a alguma criança em especial (ao que não come, ao que recusa ou resiste ao tratamento...)
* Evite as brincadeiras pesadas mesmo nas áreas de transição entre uma ala e outra. Devemos lembrar que estamos num hospital e todos ali estão preocupados com algum familiar doente; devemos sempre nos aproximar com suavidade.
* No caso de atender a crianças com doenças terminais deve-se ter muito cuidado com o que se diz sobre o “futuro”. Evitem se desgastar dizendo coisas como “não se preocupe, logo você vai estar juntinho da sua família e de seus amigos, vai melhorar e ficar curado” e coisas do tipo. No geral, essas crianças e suas famílias são preparadas para enfrentar o que está por vir e dizer essas coisas é contra-producente para a aceitação da doença.
* Evite levar presentes para as crianças, devemos ter bem claro que vamos brincar com eles, e não levar presentinhos. No caso de perceber que alguma criança necessita um presente, o ideal é preparar um brinquedo com ele (boneco de meia, de papel, etc.).
* Se prometer levar alguma coisa a uma criança, cumpra. Ela estará esperando.
Fonte: Bola Roja

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Super Feliz

Estou imensamente contente com as procuras para ser voluntário, é muito bom saber que existe muitas pessoas que se importam com outros mesmo que não os conheçam.
É relevante lembrar de uma mensagem deixada por Jesus... "AME O PRÓXIMO COMO A TI MESMO", frase esta que se encaixa a todos, independente de religião ou de qualquer outra diferença,e que nos faz refletir colocando-nos no lugar do outro e nos levando a caminho da evolução.Enfim, estou plenamente grata a todos vocês pela colaboração e que com certeza em breve estaremos de mãos dadas, praticando este ato de amor aos nossos irmãos.
Muito obrigada pessoal!!!!!
Abraços

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Um começo


Bom,  estamos desenvolvendo um trabalho muito bacana que a nossa cidade tem carência,apesar do tempo curto e corrido que temos no dia-a-dia, é necessário reservarmos alguma horinha para ajudar o próximo. Vamos ter a missão de fazer nascer sorrisos e trazer alegria as pessoas que acham que não tem mais este direito por está em um leito de hospital,em asilos longe da família ou em qualquer outra circunstância.Alegria esta que será levada com muito amor e dedicação,através do humor e da simplicidade de brincadeiras, são gestos aparentemente simples como este que tem uma enorme diferença na vida das pessoas.
Agradeço a todos os voluntários!

sábado, 23 de julho de 2011

Dr. Palhaço

Que doutor é esse
De olhar narigudo
Nariz batatudo
Que dança no salão?
Receita é de bolo
Analise é de choro
E consulta de opinião
Nos bolsos de sua bata

Brinquedos não faltam
Apitos e bolinhas de sabão
As suas roupas, meio estranhas
Provocam gargalhadas
Mas ele não se acanha com isso, não!
Muito pelo contrario
Os risinhos são o seu prato
De predilecção
E quando ele escapa
Por portas ou janelas
Ecoam as suas canções
Piririm Pororom


De Alejandra Herzberg - Dr.a Zuzu